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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um conto de fadas moderno...


            “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” narra a história de uma mulher que sempre teve uma vida muito solitária, desde criança nunca brincava com amigos por conta da super proteção de seus pais. Esta solidão só veio piorar quando sua mãe morre em um trágico acidente - uma suicida cai em cima dela. Com o passar dos anos Amélie resolve sair da casa de seu pai para morar sozinha em Paris, mas vai visitá-lo de vez em quando.
            A partir de então Amélie cria um círculo social quando começa a trabalhar em uma cafeteria. Em um dia como qualquer outro de sua pacata vida Amélie encontra um azulejo solto em seu banheiro que contém uma caixa que esconde um “tesouro” de alguma criança que morou no mesmo apartamento há alguns anos atrás. A partir desta descoberta Amélie decide devolver a caixa ao dono, mas de uma forma diferente... Após algum tempo de procura ela finalmente encontra o dono da caixa, mas devolve para ele sem se revelar, usa de uma forma “mágica” através de mistério e anonimato.
             Com esta “boa ação” Amélie se sente mais viva e decide ajudar outras pessoas a sua volta, aumenta então seus relacionamentos pessoais conhecendo vizinhos e outras pessoas de seu bairro. Com isso Amélie cria diversas histórias dentro de sua própria história.  Desde uma brincadeira com seu pai - onde ela o envia fotos de um anão de jardim que viaja pelo mundo -, até um mistério scom fotos 3X4.
            Dentre tais histórias paralelas a que mais prende sua atenção é a de Nino, um homem fissurado com fotografias 3X4 rasgadas que ele encontra em baixo de uma máquina de tirar fotos, ele as recolhe e as monta dentro de um álbum que é perdido e a Amélie encontra, a partir de então eles começam a ter diversos encontro e desencontros por conta deste álbum.
            Finalmente o álbum de fotos retorna ao dono. Nino e Amélie então descobrem o quanto tem em comum e o quanto podem dar certo juntos...
 
* Análise
             Os elementos visuais são o que mais chamam a atenção neste filme. A presença de cores fortes e marcantes destacam a ideia de uma história alegre e feliz, mas que tem seus momentos “sombrios”. O clima de conto de fadas – que permeiam por todo o filme através das cores – é uma parte importante e essencial deste filme. Ele permite ao expectador viajar e se perder na atmosfera mágica proporcionada pelas cenas.
            A trilha sonora é um show à parte. Os elementos sonoros conseguem despertar no expectador o sentimento que a cena precisa para ser entendia e apreciada por inteiro. Em todo o filme as músicas equilibram de forma sutil a diversidade de emoções proporcionadas por este longa.
 *Texto elaborado para o 2º Período da Faculdade Araguaia*

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Coffee Break Empresarial !

         Este texto foi feito para uma matéria da faculdade chamada "Comunicação e Responsabilidade Social" ministrada pelo professor Marcus Minuzzi. Uma pessoa que adimiro bastante e que sempre me ajudou muito na faculdade, com ideias e conhecimentos. O texto em questão está presente em um blog que foi feito para tal disciplina, o blog conta ainda com textos de alguns colegas da faculdade incluindo o Descarado do João Damásio.
         Irei postar o texto assim como está no blog e para quem desejar outros textos sobre Responsabilidade Social Coorporativa é só acessar o Coffee Break Empresarial !

Fornecimento sustentável: a lógica das boas relações


GARÇOM: Luiz Eduardo
PRATO DO DIA: Fornecedores
ACOMPANHA BEBIDA: Clientes e Consumidores
SERVIÇO: Fornecimento sustentável

         Segundo a cartilha da FIEG (Federação das Indústrias do Estado de Goiás) para empresas socialmente responsáveis os “stakeholders” são grupos de interesse na organização de uma empresa socialmente responsável. Dentre os 6 stakeholders destacamos os Fornecedores, que para tal cartilha define que “todo empreendimento socialmente responsável deve estabelecer um diálogo com seus fornecedores, sendo transparente em suas ações, cumprindo os contratos estabelecidos, contribuindo para seu desenvolvimento e incentivando os fornecedores para que também assumam compromissos de responsabilidade social”.
         Tal stakeholders pode ser exemplificado através da empresa MH AGRO HORIGUCHI, uma empresa de produção, beneficiamento, ensaque e comercialização de batata, que teve seu início no município de Tatuí em São Paulo, na década de 60 pelo Sr. Masaru Horiguchi. Atualmente 100% desta empresa situa-se na cidade de Cristalina no interior de Goiás – município este que responde por cerca de 10% (dez por cento) de toda a batata consumida no Brasil. Podemos perceber esta empresa como fornecedora de produtos e serviços para seus clientes.
         Os principais clientes da MH situam-se nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Mato Grosso, Sergipe, Alagoas,  Tocantins, Piauí, Maranhão, Ceara, Pará e o Distrito Federal. E devido à relação da empresa com tais clientes a MH investe em tecnologia e produção, fazendo assim com que os custos operacionais sejam menores do que empresas similares de Minas Gerais e São Paulo.  Para conseguir obter tal sucesso em relação à produção e também na relação com os clientes o emprego de tecnologia que minimizam os custos, a gestão administrativa e também o manejo agronômico são essenciais.
         Segundo a revista HORTIFRUTI BRASIL – especializada em economia agrícola – a empresa MH “quanto à gestão, há uma melhor divisão das tarefas do que nas propriedades típicas de batata administradas diretamente pelo produtor” e hoje esta empresa conta com 190 funcionários que contam com uma divisão de responsabilidades de forma a ficar mais fácil obter a execução correta das atividades.
         Para a revista HORTIFRUTI BRASIL que trás na matéria de capa da edição de outubro deste ano a gestão sustentável de empresas de três regiões diferentes do Brasil, destaca que “o modelo do cerrado goiano (MH) mostra que a eficiência agronômica e gerencial pode ser minimizadora de custo e elevando-se a competitividade com outras empresas do mesmo ramo pode também ser elevada a sustentabilidade econômica e ambiental do negócio”.

*Texto elaborado para o 3º Período da Faculdade Araguaia*

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fotos, fotos e mais fotos !

        Bem a partir de agora também colocarei algumas fotos aqui no blog... Por enquanto são fotos que tiro nas aulas da faculdade mesmo, mas como pretendo comprar uma câmera pra mim então posteriormente irei colocar as que tiro por conta própria !
        Nesta primeira "leva" tem algumas fotos que tirei na Praça Cívica aqui em Goiânia e uma em especial no estúdio da faculdade, que foi bastante sem querer, mas que ficou bem bacana !














*Fotos elaboradas para o 3º Período da Faculdade Araguaia*

terça-feira, 16 de novembro de 2010

“Apesar de possíveis coincidências com a realidade, este filme é uma obra de ficção!”

             
            O filme Tropa de Elite 2 narra à continuação da história do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) que teve início no Tropa de Elite 1. Neste segundo filme da franquia temos algumas mudanças com os personagens e com a narração. Esta continuação se passa alguns anos após o término do primeiro e durante este tempo houveram algumas mudanças quanto a vida dos principais personagens. O Capitão Nascimento – protagonista do filme – se separa de sua esposa e sobe na hierarquia do BOPE, passando a ser Coronel. O soldado Matias vira então o Capitão do Batalhão e a esposa do Coronel Nascimento se casa novamente, agora  com um professor de história que é a favor dos direitos humanos e tem uma rixa com o Coronel Nascimento.
            Neste filme temos a problemática das milícias na cidade do Rio de Janeiro e a política é bastante abordada também, pois o Coronel Nascimento, após ser exonerado do BOPE devido a uma missão falha, vira subsecretário de segurança do Rio de Janeiro. Como o Nascimento passa a fazer parte de um órgão público consegue perceber como realmente funciona a política e tenta combater o crime organizado combatendo também o sistema, que segundo ele é falho e a causa os crimes que veem ocorrendo no Rio.
            Em Tropa de Elite 2 o diretor José Padilha tem uma narração diferenciada se comparado ao primeiro. Neste conseguimos perceber que a questão política está muito mais problematizada e não temos a “matança” do primeiro.
            O jornalismo também é bastante explorado no filme. Através da personagem Clara, vivida pela atriz Tainá Muller, o filme explora o campo jornalístico e ainda consegue polemizar em cima deste assunto. Esta personagem é uma jornalista que tem acesso a informações importantes referentes a relação das milícias com alguns políticos do Rio de Janeiro. E devido a pressão da própria profissão e também da carreira ela se arrisca a conseguir o furo a qualquer custo, arriscando sua vida e a de seu fotógrafo. Em alguns diálogos do filme conseguimos perceber questões bem delicadas para o jornalismo.  Quando a jornalista Clara conversa com seu editor sobre a matéria das milícias e quando – após a morte da jornalista – o deputado Fraga também tem uma conversa com este editor sobre a mesma matéria por exemplo.
            Ao final do filme o expectador pode sair do cinema bastante satisfeito, tanto com o filme quanto com o cinema brasileiro, e bastante revoltado com o atual cenário brasileiro. Pois, apesar do aviso de “Apesar de possíveis coincidências com a realidade, este filme é uma obra de ficção” que vemos no início do filme não conseguimos sair dele sem um pingo de revolta e por que não esperança com o Brasil.



*Resenha elaborada para o 3º Período da Faculdade Araguaia*

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tintas e acordes !

A perfeita sintonia entre artistas para criar um trabalho único.

Quem conhece ou já participou da gravação de um álbum musical sabe o tanto que é complicado expressar tantos sentimentos ou situações em letras e melodias, só que mais difícil ainda é sintetizar todo este baú de emoções em um encarte de CD. Trabalho que a banda Pitty e a artista plástica Catarina Gushiken conseguiram concluir com êxito.
            Na gravação de seu último álbum, intitulado Chiaroscuro – palavra em italiano que significa literalmente claro-escuro –, a banda teve a presença desta artista que foi convidada para pintar, durante os dias de gravação do CD, um painel que posteriormente teria uma parte transformada na capa do disco.
Enquanto Catarina ouvia as músicas sendo criadas e produzidas colocava na tela tudo o que estava vendo, ouvindo e sentindo. “A delicadeza e a precisão dos traços, a técnica que ela usa e as imagens que surgiram me deixaram hipnotizada a ponto de ficar horas sentada, só olhando ela pintar” expressa a vocalista da banda que escreveu a maioria das letras presentes em Chiaroscuro. Através de traços delicados, desenhos característicos e nuances bem escolhidas a artista ia expressando tudo aquilo que pode ser sentido pelas músicas do álbum.
            O resultado desta parceria foi um trabalho único e essencialmente simples. Catarina conseguiu sintetizar toda a mensagem que a banda passa através deste CD e de outros trabalhos posteriores em que também usaram partes do quadro pintado pela artista.




*Artigo elaborado para o 2º Período da Faculdade Araguaia*